18.01.2008 - 23h34 - jorge, Covilhã
ver e ouvir o Sócrates na tv dizer que só conhecia o Antº Morais da universidade. Tenho amigos meus que, aquando da passagem do primeiro pela Câm. da Covilhã e do segundo pela Univ. BI, se lembram de ver ambos ir a fazer esqui para a Andorra. Ou como diz o outro da quadratura: "Há muita fraca memória nos polÃticos..."
16.01.2008 - 22h27 - Anónimo, Lisboa
Enquanto houver quem continue, aproveitando o aparelho do estado, comprando com dinheiro e troca de influências a funcionários corruptamente organizados nos departamentos da administração, vinculados a interesses que não correspondem ao interese do cidadão anónimo mas ao seu enriquecimento pessoal e desses grupos, viveremos neste atrazo improdutivo, num paÃs de cenários virtualmente democráticos. Da Justiça a Constrope já se encontra também a trabalhar para a Direcção Geral dos Impostos para onde saltou também do GEPI, Alfredo Filipe apadrinhado por António Morais, de cujo gabinete sairam, ainda no tempo de Paulo Macedo, alguns projectos para as finanças. É incrÃvel a falta de vergonha com que estas pessoas se movem nestes meios, fazendo fortunas que ninguém tributa. Tudo isto é público, tudo isto é corrupção, tudo isto é fado. Por isso à s vezes sinto-me incomodado por este povo aceitar pacientemente estes abutres sociais que comem tudo e não deixam nada como diria o Zeca.
31.12.2007 - 18h18 - Francisco Jarnalo, Moita
Fico satisfeito por saber que no meu PaÃs há gente atenta, perspicaz e inteligente. Muito sinceramente, penso que os detentores de tais epitetos, podiam e deviam usá-los para fazer algo de mais positivo em prol do paÃs. Como não me parece ter tais qualidades, limito-me a seguir factos, inteirar-me da sua veracidade e a concluir sem ataques pessoais. Ando preocupado com a facilidade com que se critica sem conhecer na Ãntegra os factos criticados. Conheço, parcialmente, a pessoa visado no artigo em epÃgrafe. Dela, sei tratar-se de uma pessoa inteligente, trabalhadora, exigente, frontal, sem rodeios na perseguição dos valores que defende e sem papas na lÃngua na defesa da sua pessoa. Vigilância, sim, mas cuidado.
21.04.2007 - 08h36 - Anónimo, Porto
Queixou-se o primeiro-ministro de "perseguição" atentando que a democracia não é só eleições de "x" em "x" tempo. Concordo. Com efeito, democracia é mais que eleições. É respeito pelos principios mais elementares do humanismo, do civismo, a defesa da verdade, da tolerância e da diferença e acima de tudo a elevação dos principios da liberdade, da igualdade e da fraternidade conquistados com a Revolução Francesa. Ora, queixou-se o primeiro-ministro que no caso da "UNI" tem havido coarctação dos principios democráticos. Não posso estar mais de acordo! É, na minha opinião, um caso paradigmático de violação reiterada dos principios democráticos. Há uma constante falta de verdade nas declarações prestadas sobre factos e sobre documentos com chancela de autenticidade. Essas falsidades partem infelizmente da classe dirigente do paÃs e dos próprios garantes da autenticidade e autoridade do Estado. Há uma tentativa para conotar factos do trato privado, social, educativo ou cultural como factos politicos e uma ineficiencia do Estado no que se reporta à investigação de ilicitos cometidos pelas classes dirigentes. Há uma pressão constante sob os orgãos da comunicação social e manobras de diversão para afastar os cidadãos destas noticias incómodas. Estes são sinais indubitáveis do perigo que a democracia corre, porquanto são elementos tipicos dum regime totalitário. Nesta nossa democracia que agora vai comemorar mais um aniversário, lamento dizer que adqurimos apenas os aspectos formais que a tornam aparente, mantendo os tiques totalitários do nosso passado recente.
20.04.2007 - 20h11 - Anónimo, Faro
Pior que esta corja imunda são os anormais que a defendem.