
Confiar mesmo sem respostas, sem promessas, até mesmo quando nossa voz, de tão débil, já nem sequer provoca ecos.
Sem medos, sem desilusões, com esperança firme, inabaláveis.
Confiar mesmo com o céu escuro, em temporal, ou com o sol causticante e a terra rachada.
Com o barco à deriva no mar revolto, sem esperança de chão.
Confiar quando os amigos se vão, os parentes abandonam e tudo é solidão.
Quando não tem pão nem teto seguro, trabalho e nem expectativa sequer.
Quando o mundo gira, as horas passam, tudo caminha e parece que só nós não saÃmos do lugar.
Confiar quando as enfermidades minam nossas energias e os médicos estão fora de alcance, muito mais os remédios, e nós ainda temos que trabalhar.
Quando nos caluniaram e nós não temos como provar o contrário.
Quando Judas nos traiu e não há como não morrermos...
Confiar quando, como mendigo sob a mesa do rico, comemos migalhas e sentimos a baba da lÃngua do cão sobre as nossas feridas abertas, purulentas e fétidas.
Confiar que quando nossos credores quiserem levar nossos filhos como escravos, Elizeu virá e teremos azeite para vender e pagar as dÃvidas.
Quando o gigante inimigo se aproxima e somos como um gafanhoto diante da sua fúria e estatura.
Confiar quando somos humilhados pela esterilidade que nos impede de gerar vida.
Quando Jesabel, Acabe, Saul nos cata como a uma agulha no palheiro, famintos de sangue e de uma vingança sem causa, pretextuosa apenas.
Confiar quando alguém, ardendo em ciúmes, inveja, descobre um meio de puxar nosso tapete.
Confiar quando ninguém acredita em nós e atribui nossas adversidades a um castigo divino.
Quando, como José, nos encontrarmos no calabouço frio, escuro, sem um justo procedimento.
Confiar quando a tarefa nos pareça árdua, ou acima da nossa capacidade.
Quando Deus nos ordena: deixa a tua casa e a tua parentela e vai para a terra que Eu te mostrarei.
Confiar quando nosso único filho chora por água e nós não vemos um poço.
Quando, como Gideão, pensamos que a nossa famÃlia é a mais frágil da terra e percebemos inimigos se aproximando para destruÃ-la totalmente, mas o anjo nos diz que nós o esmagaremos.
Confiar quando Esaú está vindo no nosso caminho com uma multidão e nós sabemos que temos uma dÃvida para com ele e o intento do coração dele seria matar-nos.
Confiar quando a figueira não floresceu nem a vide deu fruto; o produto da oliveira mentiu, e os campos não produziram mantimentos; e as ovelhas foram arrebatadas do aprisco, e nos currais já não há gado.
Confiar que os nossos pés serão como o da corça e andaremos altaneiramente.
Quando o nosso espaço se limitar a uma gaiola, nós ainda poderemos desferir o cântico de confiança naquEle que é soberano e trabalha para aqueles que nEle esperam. Em Deus sim, podemos confiar.
Sem medos, sem desilusões, com esperança firme, inabaláveis.
Confiar mesmo com o céu escuro, em temporal, ou com o sol causticante e a terra rachada.
Com o barco à deriva no mar revolto, sem esperança de chão.
Confiar quando os amigos se vão, os parentes abandonam e tudo é solidão.
Quando não tem pão nem teto seguro, trabalho e nem expectativa sequer.
Quando o mundo gira, as horas passam, tudo caminha e parece que só nós não saÃmos do lugar.
Confiar quando as enfermidades minam nossas energias e os médicos estão fora de alcance, muito mais os remédios, e nós ainda temos que trabalhar.
Quando nos caluniaram e nós não temos como provar o contrário.
Quando Judas nos traiu e não há como não morrermos...
Confiar quando, como mendigo sob a mesa do rico, comemos migalhas e sentimos a baba da lÃngua do cão sobre as nossas feridas abertas, purulentas e fétidas.
Confiar que quando nossos credores quiserem levar nossos filhos como escravos, Elizeu virá e teremos azeite para vender e pagar as dÃvidas.
Quando o gigante inimigo se aproxima e somos como um gafanhoto diante da sua fúria e estatura.
Confiar quando somos humilhados pela esterilidade que nos impede de gerar vida.
Quando Jesabel, Acabe, Saul nos cata como a uma agulha no palheiro, famintos de sangue e de uma vingança sem causa, pretextuosa apenas.
Confiar quando alguém, ardendo em ciúmes, inveja, descobre um meio de puxar nosso tapete.
Confiar quando ninguém acredita em nós e atribui nossas adversidades a um castigo divino.
Quando, como José, nos encontrarmos no calabouço frio, escuro, sem um justo procedimento.
Confiar quando a tarefa nos pareça árdua, ou acima da nossa capacidade.
Quando Deus nos ordena: deixa a tua casa e a tua parentela e vai para a terra que Eu te mostrarei.
Confiar quando nosso único filho chora por água e nós não vemos um poço.
Quando, como Gideão, pensamos que a nossa famÃlia é a mais frágil da terra e percebemos inimigos se aproximando para destruÃ-la totalmente, mas o anjo nos diz que nós o esmagaremos.
Confiar quando Esaú está vindo no nosso caminho com uma multidão e nós sabemos que temos uma dÃvida para com ele e o intento do coração dele seria matar-nos.
Confiar quando a figueira não floresceu nem a vide deu fruto; o produto da oliveira mentiu, e os campos não produziram mantimentos; e as ovelhas foram arrebatadas do aprisco, e nos currais já não há gado.
Confiar que os nossos pés serão como o da corça e andaremos altaneiramente.
Quando o nosso espaço se limitar a uma gaiola, nós ainda poderemos desferir o cântico de confiança naquEle que é soberano e trabalha para aqueles que nEle esperam. Em Deus sim, podemos confiar.







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