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Sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007

(SITE) PÃO QUENTE




"...está enfermo aquele a quem amas."(João,
11.3)

Orar é falar com Deus. É chegar-se a Ele com simplicidade, liberdade e
confiança. A oração é a mais eficaz das conspirações, pois coloca em movimento,
a nosso favor, todo o poder e atenção do Altíssimo.Devemos orar sempre, estejam
boas ou más as nossas condições. No entanto, a prática da maioria dos cristãos
parece mostrar que a oração é o 'último recurso', quando não há mais nada a se
fazer para resolver um problema.

Não há nada errado em orar ao Senhor quando estamos em apuros - demonstra temor
e reconhecimento da nossa finitude. Um problema que nos leva a orar pode ser
grande; aliás, sempre o é, e quanto maior, mais oração. O problema pode até ser
maior do que nós; no entanto, nunca maior que o
Altíssimo.

Quem ora está ao lado do Vencedor. Quem ora diz ao problema: "você terá uma
grande batalha contra o Altíssimo". Mas que oração é essa que produz esse
descanso?

A oração que Deus quer ouvir de nós é a que diz: "- Está com problemas aquele a
quem amas...". Experimentemos dizer: "Senhor, aquele a quem amas precisa de Ti".
É assim que se fala. É assim que se ora. Na certeza do amor de
Deus.

Lázaro precisava voltar à vida. Reaver sonhos, reviver a esperança e a alegria;
Jesus não somente o devolve à vida como também desembaraça sua maneira de andar.
Hoje, Ele pode fazer exatamente isso conosco, a quem Ele ama
intensamente.

À semelhança de Lázaro, Levantemo-nos, saiamos para a vida, para os desafios.
Confiemos no amor e na providência de Deus. Assumamos definitivamente uma nova
caminhada.

Que Ele nos
abençoe!
Rev.
Marcos da Silva Batista

Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007

ENVOLVIDOS COM CRISTO



Porventura não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as escrituras? Lucas 24:32.

Apesar dos dois discípulos não terem reconhecido Jesus, ao aproximar-se deles no caminho de Emaús, quando Jesus lhes ministrava, o coração deles era aquecido por aquela presença marcante de palavras convincentes de verdade.
É impossível ao sentirmos a presença doce, tranqüila de Cristo, nosso coração não se encher de ternura, gratidão, louvor e mais sede de Deus.
O salmista Davi, rei de Israel, foi um dos homens que andava com Deus, amava Deus e transmitia através dos salmos uma comunhão ardente e um intenso desejo de estar com O Senhor.
Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por Ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus? Salmo 42:1.
O nosso amado apóstolo Paulo que foi arrebatado ao paraíso e teve revelações grandiosas a ponto de receber na carne um espinho para que na sua humanidade não se ensoberbecesse com a grandeza das revelações pôde ter o conhecimento claro de que nada neste mundo nos traz mais felicidade do que o desfrutar da comunhão com Deus. "Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo. Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo. Filipenses 3:7,8.
Realmente há uma felicidade imensa em nos entregarmos para sermos usados por Deus em meio aos necessitados.
Lembro-me do nosso filho Daniel mais ou menos com seus seis aninhos de vida quando fomos a uma aldeia na Paraíba evangelizar e levamos uma quantidade enorme de presentes, e revistas falando sobre o nascimento de Jesus, doação dos EUA e Canadá. E ele nos ajudava a distribuir os presentes para as crianças; em meio aquela multidão de crianças felizes ao receber o seu presente ele olhou para mim e disse: -Mainha, é melhor a gente dar do que receber. Meus olhos ficaram marejados de lágrimas, meu filho estava experimentando e repetindo na sua inocência as palavras de Jesus: Mais bem-aventurado é dar que receber. Atos 20:35.
Somente quando experienciamos este envolvimento com Deus e suas ações aqui na terra é que podemos compreender o envolvimento fervoroso de tantos que se dedicam ao serviço d Deus.
Viver a palavra e servir nos traz uma profunda felicidade. Guiomar Barba.

Segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007

A QUEM HONRA, HONRA


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“Aos que me honram, honrarei.” 1º Samuel 2:30.

Se alguém me quiser servir, siga-me; e onde eu estiver, ali estará também o meu servo; se alguém me servir, o Pai o honrará. João 12:26.

Mais uma vez o testemunho de Kaká nos traz a alegria de reconhecer que ele vive realmente sob o senhorio de Cristo e, consequentemente, recebeu a honra prometida por Jesus. Foi escolhido o melhor jogador do Mundial de Clubes da FIFA, realizado no Japão anualmente, e recebeu um prêmio milionário que colocou certamente a disposição do Reino de Deus.
Foi não só impactante como também inspirador o desprendimento deste jovem em um mundo onde a cobiça, a avareza, o ganho desonesto tem não só envolvido como descaracterizado até mesmo ministros religiosos. Simplesmente Kaká doou seus milhões para a reconstrução de um hospital em Israel.
Ele não só tem oferecido a sua vida a Deus como também tudo do que por direito lhe pertence. Este gesto me traz a memória um corinho que cantamos nas igrejas evangélicas:
“Não tenho palavras pra agradecer tua bondade, dia após dia me cercas com fidelidade. Nunca me deixes esquecer que tudo o que tenho, tudo o que sou e o que vier a ser vem de ti, Senhor!”
Minha oração é que nosso brilhante jogador nunca permita que o brilho dos holofotes, a glória das câmeras, ofusquem nele a luz de Cristo.
Cada um de nós pode honrar a Cristo no mais simples e até desconsiderado ofício, se o fizer com excelência.
E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens, cientes de que recebereis do Senhor a recompensa da herança. A Cristo, O Senhor, é que estais servindo. Colossenses 3: 23,24,
Pois toda a carne é como a erva, e toda a sua glória, como a flor da erva; seca-se a erva, e cai a sua flor; 1ª Pedro 1:24.
Honremos ao nosso Mestre. Guiomar Barba.

Domingo, 16 de Dezembro de 2007

I belong to Jesus (Eu pertenço a Jesus)


Lá estava Kaká levantando sua camisa para que todos pudessem ler no seu peito que seu Senhor é Jesus. Mesmo sabendo que as regras da FIFA proíbem os jogadores de exibirem mensagens em camisas usadas por baixo da camisa do seu time. Ele ousou como Pedro e os apóstolos quando as autoridades queriam os impedir de proclamar a palavra: Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens. Atos 5:29.
Quando Kaká, estava na Itália, foi interrogado por repórteres a cerca da sua vida recatada enquanto os outros jogadores estavam aproveitando o tempo com mulheres e boates. Ele respondeu: E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus. Romanos 1:22.
Dinheiro, beleza, juventude e mulheres quantas quisesse a disposição, mas ele tinha e tem uma consciência de que o salário do pecado é a morte:
“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” Gálatas, 5:19,20,21.
Pertencer a Jesus é submeter-se ao Seu senhorio. Paulo, o crucificado com Cristo, nos aconselha: Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra O Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. Gálatas 5:16, 17.
Dizer não ao pecado nos traz vitórias ímpares. Guiomar Barba.

Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

José e Maria


Na cultura judáica, uma mulher flagrada em adultério devia ser apedrejada. Oficialmente, José e Maria já eram casados embora não houvessem ainda coabitado, porém, como estaria grávida? Era a questão que pertubava o coração do justo José. Teria lhe traído aquela virgem a quem ele amava, respeitara e confiara absolutamente? Claro, não havia para ele uma outra resposta, ali estava seu ventre intumescido, sua gravidez era óbvia.
Teria Maria contado a visão que tivera, como lhe foi comunicado por um anjo o nascimento virginal de Jesus, e ele não lhe crera ou deixaria ela de contar-lhe por entender que ele não acreditaria? Finalmente nunca houve nada igual em toda terra, mas a história não nos conta detalhes.
"Mas José seu esposo, sendo justo, e não querendo infamá-la resolveu deixá-la secretamente."Mateus: 1. 19
Preferiu ir-se desonrado, traído, apenas no seu coração e deixar que os demais tivessem a ele como um mal caráter que após engravidar uma virgem tão virtuosa, a abandonou à mercê do apedrejamento.
Que homem de caráter nobre, justo e temente a Deus, foi escolhido para ser o pai adotivo do nosso salvador.
Que serva de Deus extraordinária que não priorisou sua reputação nem mesmo diante do homem à quem amava, não temeu o apedrejamnto mas ofereceu a sua vida como oferta de amor e sacrifício: "Eis aqui a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a Tua palavra." Lucas 1:38
A disponibilidade absoluta e sacrificial deste casal trouxe ao mundo o menino de Belém. E Ele por sua vez se ofereceu como sacrifício pagando o preço dos nossos pecados, e agora nos cabe continuar a obra deste nazareno até que ele volte, e nos leve para morar eternamente ao seu lado.
" Quão formosos são sobre os montes os pés dos que anunciam as boas novas, que faz ouvir a paz e anuncia boas coisas e que faz ouvir a salvação, que diz à Sião: O teu Deus reina." Isaías 52:7
Natal é o nascimento de Jesus dentro de nós. Guiomar Barba

Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007

Meu Verdadeiro Natal



“Meu Jesus para sempre obrigada por nascer aqui dentro de mim.”

Tantos anos se passaram e com eles as depressões da época natalina.
Nem mesmo sabia o porquê do natal, fim de ano, me trazerem tanta nostalgia, tanto vazio, até as lágrimas, apesar de toda beleza, pureza e paz que percebia envolverem a época.
Intrigava-me o fato de ouvir de tantas outras pessoas que tinham o mesmo sentimento.
A loucura das lojas, o corre-corre em demanda de coisas e coisas, os olhares que traduzem pressa e o desejo de ter mais, as carinhas sujas apertadas contra as vidraças das lojas lotadas, a preocupação com a ceia de natal dividindo os casais:
-Vai ser na casa de minha mãe.
-Não! Da minha.
As igrejas lotadas evidenciando que mais pessoas se lembraram de Jesus, as árvores natalinas dando mais cores aos lares, os enfeites nas portas de muitos cristãos, a beleza dos shoppings e lojas, disputando as melhores decorações. As ruas enfeitadas gritam: É natal!
Parece que a própria natureza se transforma em festa dobrando os sinos ao menino de Belém.
Era vinte e quatro de dezembro, a grande maioria iria comemorar tradicionalmente em família a noite que antecipa o suposto dia do nascimento de Jesus. Certamente a festa não seria na igreja, na casa do Pai, nem os presentes seriam para o aniversariante, mas para os parentes e amigos escolhidos. Talvez alguém se lembrasse entre uma taça e outra de expressar a gratidão pelo Filho de Deus haver nascido no mundo.
Resolvemos convidar então da Igreja, as pessoas que não tinham com quem comemorar tão grande dia e outras que preferiam fazê-lo na casa do Pai, Jesus. Para quem deveriam ser os presentes?
“E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.”
Mateus: 25. 40
Naquela memorável noite, enquanto preparávamos a ceias, fizemos uma oração ao Senhor pedindo-lhe que nunca mais permitisse que nosso coração fosse dominado por tristeza, depressão na noite de natal, quando comemorávamos o nascimento do nosso libertador. Naquele momento senti como se estivesse a sós com Deus, em um diálogo profundo e frutífero.
Ele levou para sempre do meu coração aquela tristeza, e eu posso viver meu verdadeiro natal.
“Meu Jesus para sempre obrigada por nascer aqui dentro de mim.”
Guiomar Barba

Domingo, 25 de Novembro de 2007

FÉ INABALÃVEL


Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Hebreus 12:2.

Se apenas lermos a galeria da fé em hebreus onze, o nosso coração se alegra e se entusiasma com tanta benção recebida pelos que compõem a galeria. No entanto, se estudarmos o que aconteceu a cada personagem antes da vitória, pensaremos duas ou mais vezes se estaríamos dispostos a submetermos-nos às provas que eles passaram para serem agraciados com tão maravilhosas bênçãos das quais foram alvo.
Por certo muitos de nós nos animaríamos a passar por conhecermos a Deus e a Sua infinita fidelidade, pensando também nos que, por meio da fé, subjugaram reinos, praticaram a justiça, obtiveram promessas, fecharam a boca de leões, extinguiram a violência do fogo, escaparam ao fio da espada, da fraqueza tiraram força; fizeram-se poderosos em guerra, puseram em fuga exércitos de estrangeiros, mulheres que receberam, pela ressurreição, os seus mortos. Só bênçãos extraordinárias.
Mas ao nos depararmos com aqueles que foram torturados, passaram pela prova de escárnios e açoites, algemas e prisões, foram apedrejados, serrados ao meio, mortos ao fio da espada, andaram peregrinos, vestidos de pele de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos e maltratados, decapitado; não podemos perceber uma fé que nos impressione entre sofrimentos tão grandiosos que não trouxeram nenhuma vitória para que nos motivassem e encorajassem a seguir tais exemplos.
No entanto, vejamos que é exatamente nessa falta de recompensa nesta vida que reside a grandiosidade da fé destes homens. Eles foram considerados como homens dos quais o mundo não era digno. Errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra; eles tinham uma fé inabalável. Eram apenas estrangeiros e peregrinos sobre esta terra, e aspiravam a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade. Hebreus 11.
Estaríamos dispostos a sermos considerados como escórias desta terra pela excelência das coisas celestiais? Estamos dispostos a sermos ridicularizados, tidos como ignorantes, fanáticos, intolerantes e tantos outros adjetivos por defendermos uma fé que para muitos é ilusória ou irracional? Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem. Hebreus 11:1. Guiomar Barba.
 Busca e Pesquisa Evangélica
 


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